sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Até Onde Vai a Falta de Vergonha?

Estamos, os mais desapaixonados - aqueles que não embarcam nessa história de se ser de um partido político como se é de um clube de futebol - cada vez mais preparados para não nos surpreendermos com as cabotinices dos... políticos. De nenhum político.

Agnóstico assumido, no que à relegião diz respeito, com tantos "vendilhões" à sombra do "templo" só posso assumir-me como politicamente agnóstico. Se isso existisse.

Mas sei perfeitamente que o simples - mas fundamental e do qual não abrirei mão - acto de me pronunciar é uma forma de fazer política. E nenhum cidadão se deve abster de o fazer. E, ao contrário daquilo que fomos induzidos a aceitar como o... correcto, não é ir em rebanho votar no partido de sempre que estamos a contribuir para o bem geral.
Se alguém disto tiver dúvidas... olhe à sua volta.

Mas chega de entretantos e vamos lá aos finalmentes...

O político - na, na, na.... não tentem convencer-me do contrário (não neste caso, embora saiba de tantos que podia escrever um livro!...). Escrevia eu, o político Armando Vara, que depois da curricular passagem por mais de um governo foi encaminhado para um belo emprego, daqueles onde basta trabalhar-se seis meses para logo se garantir uma reforma vitalícia.
Na Caixa Geral de Depósitos.
O maior banco português e ainda público.
De todos nós. Daí a minha indignação...

Dá-se o fórróbódó que se deu no BCP e o governo entende por bem intervir. Ainda alguém vai ter que me explicar porque é que o governo nunca interferiu - cedendo, nomeadamente, gestores com qualidades comprovadas - em empresas à beira do caos (e que normalmente acabam em falências mais ou menos fraudulentas e centenas de trabalhadores no desemprego).

Mas para o BCP foi logo indicado o presidente da CGD. O estado abriu mão de um bom gestor para "salvar" uma empresa privada...
Um dia virá a público aquilo que hoje ninguém quer ver: Há Lodo no Cais.

Mas em relação a este senhor - provavelmente porque será "mesmo excelente" - em todos os sentidos, nada se sabe. O que soubemos hoje foi que o senhor Armando Vara "meteu" os papelitos necessários para requerer uma licença sem vencimento na CGD, para ir para o BCP. E não sai para ir ganhar menos dinheiro!.

Mas percebe-se. No dia em que o BCP não precisasse mais dele, voltava ao porto de abrigo da CGD...

É qualquer coisa como se eu pedisse uma licença sem vencimento em A BOLA e fosse trabalhar para o Record. Concorrente directo.
Como o BCP o é da CGD.

Mas esta gente acha que nós somos mesmo todos parvos?
Agora falta saber o melhor... Conseguirá o senhor Vara esse aberrante privilégio?
Mais dia, menos dia havemos de saber...

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Vergonha de ser português!

Tenho vergonha de ser português!...

É isso, vergonha, esse sentimento que o cidadão José Sócrates não tem, nem tem pejo em mostrar que não tem.
Mas eu tenho.

Vergonha de ser português, vergonha de ter um governo “socialista” que castiga de forma infame os pensionistas do nosso país.
Mas ele é que deveria ter vergonha.

E aquele jovem, que será membro do Governo, e que acabo de ver no Telejornal, um parasita que nunca trabalhou na vida dele, ainda tem menos vergonha!

Aliás, nem sabe o que isso seja, senão não vinha dizer-nos que pagar, de uma vez, os míseros 20 euros devidos a cada um dos nossos pensionistas, seria assim como qualquer coisa com a qual eles não saberiam lidar.

Vinte euros a mais na pensão miserável que recebem… e está-se mesmo a ver que todos iriam embandeirar em arco, correndo o sério risco de fazerem alguma loucura!
20 euros!...

Por isso, o papá-Estado resolve diluir essa fortuna em… 24 prestações.
38 cêntimos em cada mês.

Cautela, espero que esta decisão tenha sido bem ponderada não vá alguém, ainda assim, empregar mal empregue esta generosa oferta.
Mas este governo acha que somos todos parvos?
O facto de mais de 50% de politicamente analfabetos lhes ter dado a maioria nas últimas eleições transformou esta turba que não consigo qualificar em governo. E digo politicamente analfabetos porque não lêem, não escutam, não vêem.
Votam naquele partido porque sempre votaram.
Foi assim, porque os que sempre votavam, votavam sempre nele, que o botas nos governou durante 45 anos.

20 miseráveis euros de retroactivos divididos em prestações de… 38 cêntimos?
Para quem não recebe mais de – em média, e tendo em conta a imensa maioria dos pensionistas – de 300 euros mensais?
Quero saber quem é que não se chocou.
Quem é que não de envergonhou…
Nunca mais lhe dirigirei palavra!

E repito: será que nos tomam a todos por parvos?
E aqui acrescento algo de muito importante: acreditem, pelo menos, que os que os elegeram SÃO MESMO PARVOS, tão parvos que não me admiraria nada que voltassem a dar-lhes os seus votos na primeira oportunidade.

O que não aconteceria, de certeza, se cada um dos cidadãos votantes que têm na família um pensionista tivessem, eles também, vergonha na cara.
É claro que eu sei o porquê disto tudo.

20 euros não é nada para quem os recebe, mas os um ou dois milhões que a eles têm direito, somados, valem uma pipa de massa.
Se o governo os pagasse de uma vez.

Assim… desavergonhadamente (isto não é o mais grave, esperem um pouco), com os 20 euros de cada um, o senhor José Sócrates paga 0,38 € a 52, em cada mês…

Mas o demoníaco da coisa nem sequer foi aflorado nos noticiários.
O governo do licenciado José Sócrates vai pagar aquele dinheiro em 24 prestações. Um ano. Nos próximos 12 meses morrerão 60% dos actuais pensionistas.

O governo de Portugal fez contas de forma a não gastar 60% do retroactivo de um acerto de contas de 20 euros a cada pensionista.

Esta É A VERDADE!

É disto que qualquer pessoa de bem se devia envergonhar.
Qualquer PORTUGUÊS, com consciência, devia denunciar…
Qualquer cidadão devia revoltar-se.

Em relação ao senhor que comprou um diploma de engenheiro e que as ovelhas do costume colocaram no governo… como ainda prezo alguns valores pelos quais rejo a minha condição de Cidadão… só posso desejar que morra cedo. Antes de chegar a pensionista!...

Se bem que já tenha assegurada reforma dourada pelos anos acumulados como deputado, e pelo belo emprego – seja lá ele qual for – que lhe está reservado para quando se cansar do sacrifício público a que o obrigaram.

Beberei, com inegável prazer, ao seu passamento.
Se eu conseguir resistir-lhe, senhor José Sócrates.

sábado, 5 de janeiro de 2008

De mal a pior...

Há, aqui onde moro, um café que fica fora dos eixos comerciais e de serviços e que, por isso, tem fraca afluência. Somos quase sempre as mesmas quatro ou cinco caras. Curiosamente, todos fumadores.

Íamos chegando e, com a bica e uma garrafa de água ou um copinho de tinto à frente falávamos das coisas da vida. Das notícias dos jornais… Os mais vividos sempre encontravam uma história para contar.

A simples paragem para beber qualquer coisa acabava por se prolongar por meia hora, três quartos de hora. O copinho de tinto era multiplicado por três, o mesmo acontecendo às imperiais. O café era sempre solitário, mas às vezes, porque um dia não são dias, acabava por ser substituído por uma cerveja fresquinha.

Há três meses só conhecia um deles de vista. Agora já perguntamos e o fulano tal, hoje não aparece? Claro que, pausando a conversa e fazendo a passagem entre um copinho e o seguinte, sacava-se de um cigarro. Como disse, vício comum a todos.

“E como é que vai ser a partir de Janeiro?”, perguntámos ao proprietário. Que não sabia. O negócio não corre bem, a clientela é pouca e os ganhos quase superados pelas despesas. Fora de questão a instalação do equipamento de extracção de fumos.

Há pouco passei por lá. O café estava vazio.
Entrei directo ao WC. Ia apertado. Na volta a minha bica estava na mesa do costume, peguei na chávena e pu-la em cima do balcão dizendo que não ia ficar na conversa, era só beber e sair à minha vida.

“Foi o que os outros fizeram… O tretas ainda bebeu dois copos, mas depois puxou de um cigarro, disse-lhe que não podia fumar e ele foi-se embora”, desabafou o proprietário, deixando ainda escapar numa espécie de suspiro: “Se já estava mal, agora ainda ficou pior.”

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Recuso a descriminação... e depois?

Nota prévia: Sei que fumar faz mal. Sei ler e, se tal não bastasse, jamais poderia invocar desconhecimento, de tal forma tem sido intensiva a campanha anti-tabaco.

Importante: Tenho-me como um bom cidadão.
Respeitador, no que concerne às obrigações; mais do que isso, sensível em relação a eventuais mal-estares que possa causar a terceiros. Fui educado no sentido de respeitar os outros. Todos os outros.

Em troca… sempre esperei ser respeitado. Nada mais justo… pensava eu.

Daqui a cinco dias o meu pequeno vício – o de fumar – vai fazer de mim cidadão de segunda categoria. Pago os meus impostos? Pago! Pago ainda mais por ser fumador? Pago. Mas vou ser empurrado para a rua.


Porque tenho que tomar as minhas refeições fora de casa, e porque entre o aperitivo e a refeição, e entre esta e o cafézinho não vou poder ter o prazer – porque para mim é um prazer – de um cigarrinho… vou ter que acatar uma decisão que limita a minha liberdade de escolha.

Eu escolhi fumar, apesar dos malefícios que reconheço no tabaco, mas daqui a cinco dias serei proscrito.

Eu aceito que no local de trabalho, onde os meus colegas que não fumam também têm direitos, me seja interdito fumar. Mas isso porque eles TÊM QUE LÁ ESTAR. É, também, o seu local de trabalho.

Eu não discuto que em edifícios públicos, onde TODA a gente terá, mais ou menos vezes, que ir, não se fume…
Como nas estações do metro, como nos autocarros, como nos comboios urbanos, em que as viagens são, no máximo, de – em média – 25 a 30 minutos.

E há outros casos que nem sequer são passíveis de discussão.
E eu sempre aceitei e cumpri a interdição de fumar.

Daqui a cinco dias, uma lei perfeitamente autista – como tantas outras a que temos que nos submeter e feitas por políticos de aviário – vai impedir-me de me juntar com dois, três ou quatro amigos e, enquanto bebemos um café, queimamos um ou dois cigarros.

Porque a Lei é autista.

Porque somos ridiculamente provincianos.
Porque abdicamos de pensar pela nossa cabeça e adoptamos regras decalcadas de outros lados. Onde a tendência para a uniformização dos cidadãos parece ser a única forma de os ter controlados.

Aqui ao lado, em Espanha, onde o mesmo problema foi legislado há um ano atrás, respeitou-se a identidade e a vontade de todos.
Dos donos dos espaços – que não são tão públicos assim, porque há alguém a pagar impostos para os ter abertos – e dos seus frequentadores.

Cada um podia estipular se deixava, ou não, que no seu espaço se pudesse fumar.
Parece-me justo. É justo!
Ninguém saía prejudicado.

O meu café favorito, aquele onde, depois do almoço, vou tomar a bica – e fumar dois cigarros – ou ao fim da tarde beber uma cerveja decide-se por interditar os cigarros no seu espaço? Amigos como antes.

Mas eu passo para o outro café ao lado onde posso fumar.

Foi assim em Espanha.
Mas Portugal tinha que ser diferente.

De fachada. Sempre.

São tantos os vícios privados que é canina a vontade de mostrar públicas virtudes.

Os proprietários – donos, que pagam impostos – dos espaços não podem sequer fazer contas. Isto porque aquilo que deveria ser uma opção pessoal – legítima – deixa de o ser quando para se poder fumar em qualquer estabelecimento de hotelaria é obrigatória a instalação de um equipamento que… nem sequer existe.

Não há! Está provado.

Não há equipamento que impeça que uma atmosfera marcada pelo fumo do tabaco, gasosa, como é, não ocupe outros espaços adjacentes.

O que a Lei pede é impossível de ser concretizado.

Depois, a mesma Lei dá a qualquer cidadão a autoridade para se sobrepôr à… autoridade. Aqui o legislador desmascara-se. O primeiro e único objectivo – do qual, aliás, é possível encontrar irmãos gémeos – é o de que cada cidadão passe a policiar o seu vizinho.

E com isso alargar a possibilidade de o Estado poder vir a cobrar… mais multas.

Dinheiro, dinheiro, dinheiro…
Para um Governo Socialista não está mal.

O Doutor Oliveira Salazar teria gostado de conhecer o licenciado José Sócrates. Provavelmente ter-lhe-ia dado a bênção, tal a forma obscura e com o único intuito de… limitar, limitar, limitar… as liberdades dos cidadãos com que vem a governar.

O meu problema é, de facto, o não poder, livremente… ser eu.
E eu… fumo.

E pago as refeições como qualquer outro.
E daqui a cinco dias não sei onde posso ir comer.

Melhor… sei.

Não posso ir a lado nenhum, sem deixar de ser eu.

Para que os outros – mesmo que seja a maioria (será?) – garantam os seus direitos… os meus são atropelados.

Agora, e entrego as minhas esperanças todas na redacção chefiado pelo Pedro Tadeu – que foi meu colega n’A Capital, onde começou a fazer suplementos comerciais – para que no dia 2 de Janeiro possamos ter noticiário devidamente documentado com as necessárias fotos de que alguns figurões – com um bocadinho de sorte, até algum membro do governo – não dispensaram o charuto após o lauto almoço no Gambrinus ou no Tavares Rico.
Ou enquanto degustavam um Cardhu no Pabe.

E que não me apanhem no Degrau e lixem a vida ao meu amigo Manel.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço…

A notícia vem na edição de hoje do Expresso.
Num dos pólos de uma das escolas de Formação Profissional geridas pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, vulgo… CGTP, dos 12 professores em funções, dez estão a recibo verde.

Têm os mesmos deveres que os outros dois, que estão no quadro, mas nenhum direito.

Não têm subsídio de férias nem de Natal; pagam, do que recebem, a contribuição para a Segurança Social e, se por qualquer motivo perderem o posto de trabalho… não terão direito ao subsídio de desemprego.

A senhora que é citada na condição de Directora-geral da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça admite que o tal pólo – cito na cidade de Famalicão – até está para fechar e esclarece que aquele estabelecimento, cito: “Respeita integralmente as regras do ensino particular e cooperativo”. Fim de citação…

Caiu-me… “aquilo” aos pés!
Mas então… que moral tem a CGTP para usar aquele blá, blá, blá, com cheiro a cassette mil vezes passada, em relação a quem… não faz mais do que aquilo que a própria central sindical faz?

O que é que virá a seguir?
Que há funcionários do PCP (ou da CGTP) com salários em atraso?
Bem… nesta ficámos a saber que há – e neste caso concreto – 83% de precários…

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

E um dia ele ainda vai, de alguma forma, mandar em mim!...

O meu velho pai vai que não vai, aproveitando os momentos que compartilhamos, conta-me histórias que vai rebuscar ao seu tempo de menino-obrigado-a-trabalhar-menino-ainda-porque-tinha-que-ajudar-no-susento-da-casa.

Está bem, o meu pai. Assim eu pudesse estar quando e se chegasse à idade dele. Mas às vezes já vai falhando. E conta-me hoje as mesmas histórias que já tinha contado há dois dias. Repete-se, portanto. Não se lembra que já contara…

Mas eu oiço sempre tentando mostrar a maior atenção possível.

Uma das histórias que mais vezes me contou reza assim:
(Recuemos 50 anos na nossa história…)

Trabalhando num montetraduzindo de alentejano para português, quer dizer, numa grande herdade (o latifúndio sempre foi a imagem de marca do Alentejo) – num final de tarde um companheiro de labuta, vendo passar a correr o filho mais novo do patrão, terá dito “devíamos era apertar-lhe o pescoço antes que comece a fazer mal à gente!”.

Contado pelo meu pai, homem perfeitamente apolítico, que tanto se lhe dá como se lhe deu, temos que despir daquela frase quaisquer conotações políticas e duvido mesmo que quem a terá proferido o tenha feito com tal intenção. O que saberia um assalariado agrícola nos anos 50 do Século passado e em pleno Alentejo acerca de política…

Eu sempre achei graça à piada, na forma como a interpretei. Ninguém faria mal ao jovem mais-do-que-certo-futuro-patrão, é evidente.

Mudaram os tempos, mudaram (mudaram?) as políticas e a verdade é que, depois de ler ou ouvir alguns jovens líderes das juventudes – seja lá de que partido forem – confesso que me lembro daquela estória e dou comigo a pensar exactamente o mesmo:

Devíamos era apertar-lhes o pescoço antes que cresçam mais e cheguem a mandar na gente.

Reparem nesta notícia (da Agência LUSA) que respiguei de um outro Blog de um amigo meu.

Líder da JP acusa deputado de...

"distúrbios revolucionários"

O líder da Juventude Popular (JP) apontou ontem o presidente do grupo parlamentar do PCP, Bernardino Soares, como um dos principais protagonistas dos "distúrbios revolucionários" do Verão Quente de 1975 – altura em que o deputado comunista tinha apenas quatro anos.
No almoço do CDS/PP que assinalou o aniversário da operação militar do 25 de Novembro de 1975, na Amadora, Pedro Moutinho disse ser preciso "apontar com frontalidade" alguns dos principais responsáveis por actos como os "sequestros e incêndios às sedes do CDS/PP logo após a revolução de Abril de 1974 e que continuam hoje no activo".
"Falo do actual presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que mais tarde se renderia às virtudes do capitalismo. Falo também das bombas das FP-25 de Abril e de políticos actuais como Francisco Louçã, Luís Fazenda, Jerónimo de Sousa, Odete Santos e Bernardino Soares", referiu o dirigente centrista.
Segundo os registos da Assembleia da República, o actual líder parlamentar do PCP, Bernardino José Torrão Soares, nasceu no dia 15 de Setembro de 1971, tendo por isso quatro anos quando se deu o 25 de Novembro de 1975.
Já em relação às Forças Populares 25 de Abril – organização citada pelo líder da JC como estando na mesma linha política do Movimento das Forças Armadas –, não consta nenhum registo de que tenham actuado em 1975.
Esta organização conotada com a extrema-esquerda terá sido formalmente fundada em 1980 (no período do primeiro Governo da AD), ano em que começou a desenvolver a sua actividade.

Perante esta… lição de puro analfabetismo politico-social, dada por um mais que provável futuro deputado do Centro Democrático Social (CDS), digam lá… não apetecia mesmo lançar uma recolha de assinaturas a favor do aborto… com efeitos retroactivos?

terça-feira, 13 de novembro de 2007

A Guerra

Provavelmente este será o mais tolo apelo de sempre, porque há, de certeza, muito mais gente (vezes cem mil) a ver a RTP do que a ler este cantinho... mas se, por mero acaso ainda alguém não o marcou na agenda, não percam o documentário A Guerra, do Joaquim Furtado, que passa na RTP.1 às terças à noite...
Estou a reaprender a ser português.